27 de fev. de 2009

Conhece esse?



Essa é a biografia que está no site da moça.

Sou fofa. Pelo menos é o que dizem as boas línguas. Nasci no dia 10 de novembro de 1974, sou carioquésima (daquelas que louvam o Rio e agradecem diariamente por ser de uma cidade tão linda e especial), empolgada, teimosa, escorpiana, portelense, Fluminensesesesê!, abraçenta, sorridente, chata à beça na TPM, chorona (do tipo ridícula, choro até vendo comercial de detergente), alucinada por sambas e marchinhas de Carnaval, louca por brigadeiro (para comer de colher) e adrenalina — já saltei de pára-quedas e asa-delta algumas vezes — e viciada em algumas séries de TV (Friends, Seinfeld, Sex and The City, Lost e Desperate Housewives são minhas preferidas).

Além de livros, escrevo uma coluna na revista Atrevida, a Fala Sério!, que me fez ganhar um moooonte de leitoras, e dou palestras motivacionais.

A vontade de escrever nasceu quando eu era criança. Do alto dos meus 10 anos eu me autodenominava "fazedora de livros", já que cuidava de todos os detalhes pessoalmente.

Era eu quem desenhava a capa, transformava os papéis em livro com a ajuda do grampeador, criava as ilustrações, escrevia e revisava tudinho, para que o texto não tivesse nem um acento errado (desde pequena sou fanática por acento, sei todas as regras de cor desde a primeira aula de Português que abordou o assunto. Resumindo, coisa de C.D.F. :o).

Quando terminei o segundo grau, prestei vestibular para Direito, certíssima de que era a carreira dos meus sonhos. Agüentei dois anos, mas acabei por solucionar a cruel questão "tranco ou não tranco a faculdade?" mudando de mala e cuia para o curso de Jornalismo, que amei desde o primeiro dia de aula.

Trabalhei em lugares muito legais, como a Gazeta Mercantil, o Lance!, a TV Globo e a FSB Comunicações.

Em 2001, quando os livros começaram a dar certo, resolvi apostar no meu sonho de pirralha e investir seriamente na carreira de escritora. Dei umas férias para a jornalista que mora em mim. O que eu gosto é de inventar histórias, aumentar um ponto -- ou vários.

Na ralação

O começo da minha carreira é uma história de bagunça e perucas em bienais e livrarias.

Fui convidada pela Ao Livro Técnico (minha primeira editora) para passar uma tarde na Bienal do Livro de 2001, aqui no Rio, autografando o Traição entre Amigas. Lá fui eu, toda serelepe. Durante 20 minutos vi passar na frente da minha mesinha um monte de gente, mas ninguém me dava bola. Percebi logo que se eu ficasse ali sentada esperando meus queridos futuros leitores eles simplesmente não viriam.

Vários autores consagrados estavam presentes, como eu poderia competir com eles? Meu "Traição entre Amigas" era apenas mais um livro naquele universo de títulos disponíveis na Bienal. O estande da minha editora, apesar de bonitinho e bem localizado, era um entre muitos espalhados em dois imensos pavilhões do Riocentro. Se eu quisesse vender livros teria que inventar uma forma de chamar a atenção, de aparecer, de me destacar. E rápido.

Como eu tenho na bagagem alguns anos de teatro, pagar mico em público não é nenhum problema para mim. Então vamos lá!

Comecei a bater palmas, a fazer polichinelo, a brincar com quem passava na frente do estande e a anunciar o livro em altos brados, como um vendedor empolgado com seu produto. Logo juntou gente ao meu redor, rindo e escutando, e o livro passou a vender como água no deserto. Não parei de autografar um só segundo. Ao fim da tarde, a editora me convidou para voltar dois outros dias. Voltei e a vendagem foi excelente. A Bienal acabou, mas aprendi a lição.

Em outubro de 2001, com a grande e inesperada notícia de que o Traição tinha ido para a segunda edição, resolvi arregaçar as mangas de vez e me dedicar a divulgá-lo em tempo integral. E divulgá-lo de forma eficiente e prazerosa significava voltar a fazer aquela bagunça básica da Bienal. Mas onde?

Bati na porta de duas grandes redes de livrarias, a Siciliano e a Saraiva, que foram muito legais me recebendo em suas lojas. Foram eventos divertidos e simpáticos, e o melhor: em todos eles o livro vendeu muito.


Em março de 2003, assinei com a Rocco para lançar meu terceiro "filhote", o Tudo por um Pop Star, que virou best-seller. Depois dele, vieram Fala Sério, Mãe!, que foi parar na lista dos mais vendidos da revista Época e do jornal O Globo (olha que chique!), Tudo por um Namorado, Fala Sério, Professor! e todos os outros.

Mais no www.blogdathalita.com

24 de fev. de 2009

15 de fev. de 2009

Arte em imagens

Prêmio internacional para foto de disputa de terras na Amazônia

Esta foto, de Luiz Vasconcelos, publicada originalmente no A Crítica em 2008, venceu a categoria “Notícias Gerais” do World Press Photo, o maior prêmio do fotojornalismo. Ela mostra o momento em que uma indígena enfrenta um batalhão de policiais por disputa de terras.

Concurso de fotografias


Oportunidade, com prêmio em dinheiro, para quem trabalha com esse tipo de arte.

14 de fev. de 2009

Hahaha

Realmente, tem de tudo na internet. Não desmerecendo quem se inscreveu
e tem talento. Mas, a fama não é o reconhecimento natural por se fazer algo muito bem? Ou por fazer algo que uma "maioria" aprova?

13 de fev. de 2009

Tire suas dúvidas

Todas as informações sobre editoras, edições e direitos autorais mastigadas pra você!


Como começar a escrever?

Escrever para ser publicado é diferente de escrever para si próprio.
Quando escrevemos para nós mesmos, como um diário ou reflexões, estamos usando a escrita para pensar. É um ótimo método para esclarecer questões, visto que no papel mesmo as situações mais complicadas vão se organizando. Não é à toa que tantos terapeutas sugerem a seus clientes escreverem um diário. É muito bom para a cabeça produzir textos sobre o que é importante para nós.

Quando escrevemos para ser publicados, estamos escrevendo para outras pessoas. O foco passa a ser a necessidade dos leitores e não mais as nossas como escritores.

Quando escrevemos para nós, está certíssimo preenchermos nove páginas pesando os prós e os contras de determinada pessoa por quem estamos interessados. Quando escrevemos para os outros, precisamos cortar tudo que não seja interessantíssimo e contribua para o andamento da história, o que provavelmente transformaria todas aquelas dúvidas em um único e curto parágrafo.

É um difícil exercício escrever para ser publicado, porque em geral a gente gosta do que escreve, acha tudo importante e pensa que todo mundo vai gostar também.

Só que isso não é verdade. As pessoas selecionam os livros de acordo com o que estão passando, as dificuldades que estão vivendo. Algo fascinante para nós pode ser o máximo do tédio para um leitor.

Por outro lado, não podemos ter medo. Escrever para os outros é um ato de coragem, de se expor. Quanto mais honestidade a gente coloca no texto, quanto mais ridículo e perdido a gente se apresenta, tanto mais fácil os leitores gostarem da gente.

Quando escrevemos, temos também muita ansiedade a respeito do resultado. Queremos ficar famosos, ser elogiados, de repente até ganhar um dinheirão. É bom saber que a maioria dos escritores não fica nem rica nem famosa, e que nenhum escritor conhecido fez sucesso com o primeiro livro. Nenhum mesmo!

Portanto, vá com calma. Faça o que pode, não pense nos resultados, e vá escrevendo um pouco sempre. Querer escrever o primeiro livro e imaginar que ele vai ser o próximo Harry Potter é pedir para ficar decepcionado. É bem melhor publicar um artigo numa revista aqui, um poema numa coletânea ali e não ter expectativas loucas.

Mas como podemos saber o que dá para ser publicado?

Existem alguns requisitos mínimos para produzir um texto publicável, isto é, que venha a interessar um editor. Se cumprirmos todos, isso não é garantia de que nosso texto será aceito por um editor, mas já é meio caminho andado!


Mais no site http://www.escrevaseulivro.com.br

Copyright © 2002-2006 - Laura Bacellar - Todos os direitos reservados

12 de fev. de 2009

Contra o corte de verbas para a ciência

A seguir, uma carta que será distribuída pela internet para protestar contra os cortes feitos pelo Congresso no orçamento do Ministério de Ciência e Tecnologia e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A mensagem foi assinada pelos coordenadores de dezessete institutos ligados à Universidade de São Paulo. Sugiro que você leia a carta, deixe seu comentário no fim do texto e repasse a mensagem aos colegas e parentes:

***

SÓ COM INVESTIMENTOS EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA SAIREMOS FORTALECIDOS DESSA CRISE

A possibilidade de corte de recursos do Ministério de Ciência e Tecnologia, se consumado, irá interromper o ciclo virtuoso de progresso científico, iniciado há mais de duas décadas.

Um sólido desenvolvimento científico e tecnológico é, nos dias de hoje, o caminho mais consistente para a riqueza e a soberania das nações. Os países que apresentaram maior desenvolvimento social e econômico no período que se seguiu à Segunda Grande Guerra foram aqueles que, independentemente do seu modelo político, implementaram uma política consistente e de longo prazo para o aprimoramento de suas pesquisas. O Brasil nas últimas três décadas vem exercendo uma política consistente na área de Ciência, cujo resultado é hoje medido pelos índices expressivos de sua produtividade científica. Mais importante, o aumento da qualificação do parque brasileiro de pesquisa e a inovação tecnológica dela decorrente vêm gerando riquezas ao país. Temas estratégicos para o desenvolvimento nacional, tais como o aumento da produtividade agrícola, a descoberta de novos campos de petróleo e gás, o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, o aprimoramento da tecnologia aeronáutica, as estratégias inteligentes de conservação ambiental, as pesquisas em genética e os novos procedimentos de tratamento de moléstias de nosso povo (incluindo a utilização de células-tronco, a produção de novos medicamentos e a instrumentação médica) possuem, todos eles, a "impressão digital" dos pesquisadores brasileiros.

Nesse cenário, vemos com grande preocupação a possibilidade de corte de recursos do Ministério de Ciência e Tecnologia, que, se consumado, irá interromper o ciclo virtuoso de progresso científico, iniciado há mais de duas décadas. Um retrocesso nesse momento resultará em conseqüências negativas em médio e longo prazo. Oportunidades de pesquisa serão perdidas, pesquisadores jovens e experientes migrarão para países que lhes ofereçam melhores oportunidades, e um grande número de estudantes perderá a oportunidade de ingressar em atividades de pesquisa. O atual governo dos Estados Unidos da América do Norte isentou de cortes a área de Ciência e Tecnologia, mesmo estando no centro da grave crise econômica. Com isso, os EUA elegem o desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia como um instrumento poderoso para vencer as vicissitudes da atual conjuntura e promover o bem estar social.

Temos convicção de que o Congresso Nacional, fórum maior das decisões dos destinos da Nação, será sensível a esta questão e assegurará as condições para o contínuo progresso científico e tecnológico de nosso País, recompondo as previsões orçamentárias para o ano de 2009, que foram elaboradas com sobriedade e alinhadas com as metas do Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional. Somente com investimentos em ciência e tecnologia sairemos fortalecidos dessa crise.

Prof. Dr. Colombo Celso Gaeta Tassinari
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Técnicas Analíticas para Exploração de Petróleo e Gás

Prof. Dr. Euripedes Constantino Miguel
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Psiquiatria do Desenvolvimento para crianças e adolescentes

Prof. Dr. Glaucius Oliva
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biotecnologia Estrutural e Química Medicinal em Doenças Infecciosas

Prof. Dr. João Evangelista Steiner
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Astrofísica

Prof. Dr. Jorge Elias Kalil Filho
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Investigação em Imunologia

Prof. Dr. José Antonio Frizzone
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Pesquisa e Inovação em Engenharia da Irrigação

Prof. Dr. José Carlos Maldonado
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos

Prof. Dr. José Roberto Postali Parra
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Semioquímicos na Agricultura

Prof. Dr. Marcos Silveira Buckeridge
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol

Profa. Dra. Mayana Zatz
Coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Células-Tronco em Doenças Genéticas Humanas

Profa. Dra. Nadya Araújo Guimarães
Coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos da Metrópole

Profa. Dra. Ohara Augusto
Coordenadora do Instituto Nacional de Ciência Tecnologia de Processos Redox em Biomedicina-Redoxoma

Prof. Dr. Paulo Hilário Nascimento Saldiva
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Análise Integrada do Risco Ambiental

Prof. Dr. Roberto Mendonça Faria
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Eletrônica Orgânica

Prof. Dr. Roberto Passetto Falcão
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Células-Tronco e Terapia Celular

Prof. Dr. Sérgio França Adorno de Abreu
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Violência, Democracia e Segurança Cidadã

Prof. Dr. Vanderlei Salvador Bagnato
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Óptica e Fotônica

6 de fev. de 2009

Conhece esse?

Créditos

G1
wikipedia


O Aleph (no original, El Aleph) é um livro de histórias curtas de Jorge Luis Borges, publicado em 1949 e contendo, entre outros, o conto que dá nome ao livro. Ambos são representativos do estilo de Jorge Luis Borges e da escola literária latino-americana do realismo mágico da qual ele é indicado como uma das manifestações mais originais[1]. Os contos do livro Aleph são: O imortal; O morto; Os teólogos; História do guerreiro e da cativa; Biografia de Tadeo Isidoro Cruz (1829-1874); Emma Zunz; A casa de Astérion; A outra morte; Deutsches Requiem; A busca de Averróis; O Zahir; A escrita de Deus; Abenjacan, o Bokari, morto no seu labirinto; Os dois reis e os dois labirintos; A espera; O homem no umbral; e, finalmente, O Aleph. Quanto ao conto, Aleph, especificamente o protagonista, se depara com a possibilidade de conhecer o ponto do espaço que abarca toda a realidade do universo num local bastante inusitado: no porão de um casarão situado em Buenos Aires, prestes a ser demolido. Este ponto recebe a alcunha de Aleph - a letra inicial do alfabeto hebraico, correspondente ao alfa grego e ao a dos alfabetos romanos. A idéia de unidade na multiplicidade é tema borgiano por excelência e, no conto em apreço, sua exposição literária é primorosa.Interpol investiga falsificação de manuscritos de Jorge Luís Borges 30.01.2009 - 17h11 Jorge Marmelo A Interpol está a investigar uma possível rede dedicada ao roubo e falsificação de manuscritos do escritor argentino Jorge Luís Borges, falecido em 1986. A revelação foi feita esta semana pela viúva do escritor, María Kodama, no México, durante a apresentação do livro “In Memoriam Jorge Luís Borges”, de Rafael Olea.

A origem da investigação estará relacionada com a aquisição de um manuscrito por uma universidade japonesa, cuja reitora terá contactado a viúva de Borges, legítima proprietária de toda a obra do escritor, no sentido de esclarecer a autenticidade do documento, a qual tinha já sido previamente atestada por peritos. A instituição universitária terá, porém, pretendido esclarecer a origem do manuscrito, por suspeitar que pudesse ter sido roubado.

“Agora vou ter que fazer uma viagem até ao Japão para que se investigue como lá chegaram esses manuscritos e esclarecer a sua origem. Tenho que meter-me num romance policial para resolver estes problemas”, lamentou María Kodama, citada pelo jornal espanhol El Mundo. De acordo com a viúva, trata-se agora de saber quem vende os supostos manuscritos, de onde saíram e que caminho percorreram até chegar a Tóquio.

Na Argentina, refira-se, está já a decorrer um processo contra dois alegados especialistas na obra de Borges, os quais vendiam trabalhos que apresentavam como inéditos daquele que é considerado um dos mais geniais escritores de todos os tempos. De acordo com os trâmites deste processo, os dois suspeitos limitavam-se a transcrever excertos de conferências proferidas pelo escritor, uniam-nos depois a fragmentos de textos de Borges e vendiam o resultado deste labor a jornalistas estrangeiros. “Estes mesmos especialistas criticavam a edição de todos os escritos inéditos de Borges, para que pudessem continuar a falsificação”, explicou Kodama durante a cerimónia no México.

Ignora-se ainda se os originais oferecidos à universidade japonesa resultam da actividade destes dois falsários, mas, de acordo com a viúva do autor de “O Aleph”, a polícia internacional está já a trabalhar no caso.

Bibliografia de Jorge Luís Borges Todas as obras do maior escritor da literatura Argentina

· Fervor de Buenos Aires, 1923, poesia.
· Inquisiciones, 1925, ensaio.
· Luna de Enfrente, 1925, poesia.
· El tamaño de mi esperanza, 1925, ensaio.
· El idioma de los argentinos, 1928, ensaio.
· Cuaderno San Martín, 1929, poesia.
· Evaristo Carriego, 1930, ensaio.
· Discusión, 1932, ensaio.
· Historia universal de la infamia, 1935, conto.
· Historia de la eternidad, 1936, ensaio.
· El jardín de senderos que se bifurcan, 1941, conto.
· Seis problemas para don Isidro Parodi, 1942, paródia.
· Poemas : 1922-1943, 1943, poesia.
· Ficciones, 1944, conto.
· Un modelo para la muerte, 1946, romance policial.
· Dos fantasías memorables, 1946.
· El Aleph, 1949, ensaios e contos.
· Aspectos de la poesía gauchesca, 1950, crítica literária.
· Antiguas literaturas germánicas, 1951, crítica literária.
· La muerte y la brújula, 1951, contos.
· Otras inquisiciones 1937-1952, 1952 ensaios e crítica literária.
· Historia de la eternidad, 1953, ensaios, contos e crítica literária.
· El "Martín Fierro", 1953, ensaios.
· Poemas : 1923-1953, 1954, poesia.
· Los orilleros; El paraíso de los creyentes, 1955.
· Leopoldo Lugones, 1955, crítica literária.
· La hermana de Eloísa, 1955, contos.
· Manual de zoología fantástica, 1957, contos.
· Libro del cielo y del infierno, 1960, ensaios e um poema
· El Hacedor, 1960, poesia e contos.
· Antología Personal, 1961, ensaios, contos e crítica literária.
· El lenguaje de Buenos Aires, 1963, ensaios.
· Introducción a la literatura inglesa, 1965, crítica literária.
· Para las seis cuerdas, 1965.
· Literaturas germánicas medievales, 1966, crítica literária.
· Crónicas de Bustos Domecq, 1967, crítica literária.
· Introducción a la literatura norteamericana, 1967, crítica literária.
· El libro de los seres imaginarios, 1967.
· Conversations with Jorge Luis Borges, 1968.